Escrevendo um futuro mais diverso e antirracista

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Escrevendo um futuro mais diverso e antirracista

Leia entrevista com a professora Lara Rocha e conheça os materiais produzidos pelo Programa Escrevendo o Futuro
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Qual é o papel da literatura na construção de uma educação antirracista e de uma sociedade que respeite a diversidade étnico-racial? Quais práticas e conteúdos os professores e as professoras podem trazer para seu trabalho em sala de aula de modo a valorizar as heranças e as experiências culturais dos estudantes?

Essas são algumas das questões que orientam o Programa Escrevendo o Futuro ao elaborar materiais formativos que visam atender aos desafios da implementação da Lei 10.639/2003, que inclui no currículo oficial das redes de ensino públicas e privadas de todo o país o ensino da história e cultura afro-brasileira.

Imagem de Alana Queirós, da equipe do Escrevendo o Futuro.
Foto: arquivo pessoal

Temos uma diversidade de textos literários produzidos por escritores e escritoras negras em nossos materiais, e também contamos com uma equipe de colaboradores e estudiosos negros que trazem planos de aula, artigos e outros materiais de apoio que fortalecem a ruptura dessa postura pedagógica que não reconhecia as diferenças do nosso processo de formação nacional. Estamos caminhando em direção a uma educação descolonizadora, mas ainda temos muito a trilhar.”

Alana Queirós, da equipe do Escrevendo o Futuro

Como uma das produções realizadas em celebração à Consciência Negra, o Programa selecionou os diversos materiais realizados sobre literatura afro-brasileira. Além disso, a equipe conversou com Lara Rocha, bacharel em Letras pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FFLCH/USP), onde desenvolve sua pesquisa de mestrado acerca da literatura afro-brasileira e educação das relações étnico-raciais.

Imagem da professora Lara Rocha.
Foto: arquivo pessoal

… entendo que a construção de uma escola antirracista deve ser um pacto e uma meta da sociedade. E a literatura tem um papel muito importante nisso tudo, uma vez que ela tem a potência de sensibilização, de libertação, de criação de um imaginário de possibilidades. Então apresentar obras literárias em que a criança negra pode ser absolutamente tudo, e não só o bandido ou a mulher sedutora, é dizer que outros mundos são possíveis.”

Lara Rocha

Leia na íntegra.


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