Educação integral e intersetorialidade: caminhos possíveis

-

Educação integral e intersetorialidade: caminhos possíveis

Debate virtual compartilha e debate políticas de educação integral
Imprimir

Mostrar e aprofundar algumas experiências que contam com a participação de diversas secretarias de governo para implementar políticas de educação integral no Brasil. Esse foi o objetivo do debate virtual Educação integral e intersetorialidade: caminhos possíveis, realizado em junho de 2014.

O encontro reuniu André Lázaro, coordenador do Conselho Assessor das Metas Educativas 2021; e Dalvonete Santos, coordenadora geral do Programa Escola da Gente, da prefeitura de Betim (MG), com a mediação de Maria Amábile Mansutti, coordenadora técnica do CENPEC Educação.

Assista ao vídeo:

No início do debate, André Lázaro falou sobre a importância do papel do Estado na garantia de direitos como um argumento político, e não moral. Nesse sentido, é dever do Estado assegurar o direito ao desenvolvimento pleno de crianças e jovens, garantindo-lhes a participação política e a capacidade de trabalho. “Isso faz parte da agenda do Estado; portanto também faz parte da agenda da educação brasileira”, afirmou Lázaro.

Dalvonete dos Santos ressaltou a importância do currículo no trabalho de intersetorialidade na educação integral. “Em Betim, houve um fortalecimento da base curricular, no intuito de propiciar um diálogo entre as disciplinas escolares, oficinas culturais, atividades esportivas, envolvendo alfabetizadores, diretores, oficineiros e acadêmicos”, explicou.


Veja também:

Debate: “Intersetorialidade não é um bicho de sete cabeças”